Sete pessoas dominam as emoções políticas do país


Após o impeachment de Dilma Rousseff, uma nova composição de forças políticas foi estruturada no Brasil. E quem tem a força política no país é aquele que domina as legendas mais expressivas no universo político, como o caso de Michel Temer, que há décadas tornou-se um cardeal do partido, superando  e aniquilando peemedebistas históricos, como Iris Rezende, Maguito Vilela e Pedro Simon.

O politikos.com.br lista aqui as lideranças que apresentam mais proeminência na vida pública brasileira.

De todas figuras, entretanto, a que apresentou maior acumulo de emoções positivas é aquela que não sai das rodas de conversa, das redes sociais e das polêmicas: Jair Bolsonaro. O conservador não tem partido político nem grupo. Acumulou prestígio por meio do descrédito da esquerda e das ações francas. Político tarimbado do Rio de Janeiro, ele acumula mais poder (orientado pelos fãs e aficionados) do que figuras institucionais, como os presidentes da Câmara dos Deputados e  Senado. Nas pesquisas de opinião aparece dentre os primeiros colocados.  Do quadro observa-se que duas figuras dominam partidos expressivos – Temer e Lula – e dois deles, Alckmin e Dória, sofrem com os desgastes internos do próprio partido. Ciro não tem partido, de fato, como Bolsonaro e Marina, apesar de cardeal da REDE, enfrenta a falta de capilaridade do partido.

A falta de hegemonia de uma liderança leva a crer que após as eleições de 2018, com o atual sistema político, pouco mudará. E mais grave: enfrentará uma gestão enfraquecida diante da falta de partidos fortes no comando do país.

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